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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Roteiro - Guerra na Filosofia

CURTA: “GUERRA NA FILOSOFIA”
José Jacó Moreira dos Santos.


CENA I

DATASHOW:
“O sono da razão produz monstros”.

(A razão está dormindo ao lado da liberdade após um banquete. Durante o sono da razão, surgem os monstros ‘ignorância’ e ‘fanatismo’. Ambos os monstros ameaçam destruir a liberdade que num vislumbre do sono percebe o plano dos inimigos. A liberdade acorda totalmente e toma em suas mãos o cetro da razão e dispara raios que desmoralizam e derrotam as monstruosidades do sono da razão).

CENA II

DATASHOW:
TEXTO:
“Numa galáxia de idéias não muito distante...”
“GUERRA NA FILOSOFIA”
GUERRA! Nas entranhas do imaginário humano do século XVIII, a Liberdade vence uma árdua batalha contra a Ignorância e o Fanatismo. O resultado dessa batalha interfere diretamente nas relações humanas, pois o poder que outrora era exercido de maneira infundada pela vontade de um único homem agora haverá de ser exercido pelo Soberano.
Numa universidade qualquer, dois filósofos, Hobbes e Nietszche estão destinados a encontrar-se para travar uma batalha que definirá o destino da humanidade...

CENA III.

INÍCIO

O mestre Thomas Hobbes solicitou uma audiência com a deusa Justiça após um ataque sorrateiro contra a Liberdade. Esse ardil confabulado pela Ignorância e Fanatismo abalou a comunidade científica, bem como a segurança dos valores considerados até agora como verdades absolutas.
THOMAS: Saudações ó venerável Justiça, deusa do equilíbrio, da força e da cegueira.
JUSTIÇA: Saudações! Espero que tenhas um bom motivo para invocar-me, haja vista que não tenho andado muito acessível aos homens ultimamente.
THOMAS: Perdão, entretanto o assunto que me faz refletir acerca da integridade de vós, deusas das verdades, não é de pouca monta.
JUSTIÇA: Duvidar de nossa integridade? Ora, diga logo então, meu jovem!
THOMAS: É fato que há algum tempo, a eminente deusa Liberdade sofreu um ataque duplo e inesperado de dois malefícios surgidos das profundezas da selvageria humana.
JUSTIÇA: Ora, e quem seriam estes corvos errantes?
THOMAS: A Ignorância e o Fanatismo.
(As Deusas expressam pânico e cochicham).
JUSTIÇA: Silêeeencio! (Justiça bate a espada no chão). Bom, parece-me que o assunto realmente requer nossa atenção. Diga-me, qual é nossa real situação!
THOMAS: Temo que a circunstância possa se agravar ainda mais. No século XVIII, período em que esses derradeiros empenharam o ataque, a Liberdade ainda estava forte, Corada! descansava ao lado da poderosa razão.
JUSTIÇA: Sim, sim, no entanto o que descreve os relatos que li é que razão estava a dormir e sequer levantou-se do leito para lutar.
THOMAS: Porém, vossa magnificência há de concordar que foi graças ao luminoso cetro da razão que a Liberdade venceu a batalha e saiu ilesa.
JUSTIÇA: Ah sim... o CETRO DA RAZÂO! E onde está essa arma agora?
THOMAS: Neste momento o cetro da razão foi renegado pelos filósofos.
JUSTIÇA: Mas isso é um ultraje! E quem são esses ignorantes que ousam negar a razão?  
THOMAS: Por enquanto apenas um, mas muitos virão se não tomarmos providências... Chamam-no de...
NIETZSCHE: FRIEDRICH NIETZSCHE!
(As Deusas entram novamente em pânico e cochicham).

PARTE 1
“O Contratualismo”

THOMAS: Não acredito que teve audácia de adentrar a casa das verdades, tu! Cético como és.
NIETZSCHE: Não vim aqui pelas pompas, não quero que tais verdades me adulem... vou varrer da face da terra essas crenças inúteis em verdades absolutas de sentidos vazios!
THOMAS: Não enquanto eu ainda estiver aqui para detê-lo!!!!
(Os dois iniciam uma luta com espadas, depois se distanciam).
NIETZSCHE: O conhecimento é grande em você, jovem filósofo mas não usa a seu favor!
THOMAS: Jamais me unirei a suas teorias perversas.
NIETZSCHE: Para quê você luta? Pela humanidade? O homem não terá salvação enquanto ainda estiver debaixo das asas da razão... O benefício do homem não é ser um fim e sim um meio. O homem é uma corda estendida entre o macaco e o super homem... perigosa travessia, arriscado tremer e parar...
THOMAS: Ora, não me faça rir. Os problemas da humanidade são perfeitamente neutralizados com o meu contrato social...
NIETZSCHE: Ah o seu contrato social... fale-me sobre ele.
THOMAS: O contrato social que vindico é justificado pela natureza sombria do homem. Neste contrato social todos os homens entregam sua liberdade ao soberano para que assim deixe o homem de ser o lobo de si mesmo.
NIETZSCHE: É triste como desperdiça inteligência com algo tão vil. Por trás de um acordo entre homens sempre há a vontade de poder e sempre faz a vontade daquele que engendra.
THOMAS: Mesmo que haja a vontade de poder entre os homens, ainda que alguns sejam mais fortes ou mais inteligentes do que outros, nenhum se ergue tão acima dos demais.
NIETZSCHE: Sim... exatamente assim que deve ser... cada um de nós tem direito a tudo, e uma vez que todas as coisas são escassas, existe uma constante guerra de todos contra todos! Vence o mais forte, pois nem tudo é para todos. Se o for, é comum.
HOBBES: Nããããoo! (nova luta, Hobbes ataca, pausa). Os homens têm um desejo, que é também em interesse próprio, de acabar com o estado de guerra, e por isso formam as sociedades entrando num contrato social com o objetivo de atingir a igualdade e Justiça.
NIETZSCHE: Hahahaha... Tolo! Justiça nada tem a ver com imparcialidades, sendo nada mais que a imposição de vontades. Esse contrato social que tanto defendes não passa de um ato de violência, tão logo se detenha o poder para tal!
HOBBES: Mentira! Cada um de nós coloca sua pessoa e sua potência sob a direção suprema da vontade geral, da vontade do Soberano! (Hobbes ataca, pausa).
NIETZSCHE: O soberano é uma farsa! A origem do Estado não é uma convenção. O estado traz sua origem terrível sendo uma criação da violência e da conquista.
HOBBES: O Contrato Social propõe um estado ideal, justo e libertário, resultante de consenso e que garanta os direitos de todos os cidadãos.
NIETZSCHE: O poder dá o primeiro direito e não há direito que no fundo não seja arrogância, usurpação e violência. Desista dessa batalha vã e una-se ao meu pensamento. Venha para o lado niilista da filosofia!
HOBBES: Nãããão!!!! (Hobbes ataca e mudam o cenário).

PARTE 2
“Niilismo, a negação”

NIETZSCHE: Você repudia o niilismo porque desconhece o verdadeiro sentido dessa filosofia, deixe-me mostrar-te!
HOBBES: Se eu desconheço o que é niilismo, diga-me você, que é então?
NIETZSCHE: Para você que ainda desconhece a noção, ersinar-lhe-ei primeiramente o que é niilismo passivo. Trata-se da negação de todos os valores.
HOBBES: Ah sim, então uma transvaloração de valores, algo como substituição de certos valores para outros.
NIETZSCHE: Não!!! Absolutamente não. O niilismo não espera recompensas pois isso é um desperdício da força vital em algo vão. De início, devemos nos opor aos preceitos socráticos e principalmente a moral cristã.
HOBBES: Mas o que propões é um absurdo! (novo ataque).
NIETZSCHE: Verás logo que tenho razão. Com o niilismo não se promove a criação de qualquer tipo de valor, já que ela é considerada uma atitude negativa.
HOBBES: Bem, já que falou em niilismo passivo, criando essas suas denominações, parece que existem outras nomenclaturas...
NIETZSCHE: E há! Existe tambem o niilismo ativo, esse é o completo e puro. Entretanto o único niilista ativo que existe sou eu...
HOBBES: Ora seu presunçoso! (ataque).
NIETZSCHE: Graças ao meu niilismo aguçado pude constatar as verdade acerca do Estado. Este, que tu chamas soberano, não passa de um cão hipócrita que agrada-lhe falar fumegando e uivando, para fazer crer, como tu, que fala saindo das entranhas das coisas.
HOBBES: E esta não é a verdade? Poderia o homem viver sem a convenção, sem moral, sem Deus, sem liberdade?
NIETZSCHE: deus está morto! E a liberdade parece ser o grito predileto desse cão de fogo chamado Estado. Mas como pode haver liberdade, como pode haver ausência de servidão, de submissão ou determinação se os entregam sua liberdade a este leviatã, a este soberano que não passa de uma fantasia.
HOBBES: Como podes dizer tamanho absurdo! És um lunático!
(Hobbes ataca Nietzsche ferozmente e é mortalmente ferido e cai para aguardar o golpe de misericórdia).
(Deitado). HOBBES: E o que o homem é para tu, ó nilista perfeito? Um nada? Um saco de ossos e carnes que fica ali a espera do inevitável?
NIETZSCHE: Não! O fim não está na negação dos valores pois no momento em que o homem nega os valores de Deus, deve aprender a ver-se como criador de valores. No instante em que entende que não há nada de eterno após a vida, deve aprender a ver a vida como um eterno retorno: sem isto, o niilismo será sempre um ciclo incompleto...
(Música do eterno retorno)

PARTE 3.
“O exílio dos paradigmas”.

JUSTIÇA: Senti um grande distúrbio no conhecimento. Parece que o terrível Nietzsche venceu. O contratualismo está morrendo e nós, deuses e deusas da verdade morreremos também.
RAZÃO: Devemos sair desse lugar e recorrer ao exílio, fomos derrotados.
LIBERDADE: O que virá agora após a nossa derrocada? É o fim de modernidade.... Será um período sombrio de pós-modernidade...
(Todas as verdades saem do grande salão).

PARTE 4
“Uma nova esperança”.

(Nietzsche chega na sala em busca das verdades a fim de exterminá-las. Não mais nada. Depois de uma reflexão tira a roupa de Darth Vader e remexe os livros na mesa. A câmera focaliza vários alunos na sala de aula e Nietzsche inicia uma aula de filosofia sugerindo a reflexão a seguintes frases:)
“Só sei que nada sei” e “ O mais corajoso dos homens nem sempre tem a coragem de afirmar aquilo que sabe de certeza...”

Roteiro - Aposentadoria do Super Mário

CURTA – APOSENTADORIA DO SUPER MÁRIO.



(Cena 01 – Introdução)

Cenas da introdução do Mário 64. (Mário piscando).
Cenas do jogo super Mário bros 1984.

(cena 02 – Vida medíocre)

Câmera filma uma casa (Rafael). Letreiro: “Numa cidade muito, muito distante”.
Mário desfruta sua poltrona navegando entre canais inóspitos da TV. Princesa chega e reclama:

PRINCESA

Mário, onde está a mini pizza que deixei separada pro almoço?

MÁRIO

Não sei do que você está falando.

Princesa continua com um tom agressivo

PRINCESA

Ah, não sabe!? Pois bem. Talvez você saiba onde iremos parar com essa sua inutilidade! Olha só, contas, contas e contas! Nem a comida que tento racionar você respeita! E o almoço?? Como é que fica agora??

MÁRIO

Ah! Vá se ferrar!!

Ela atira as folhas com fúria e começa a gritar.

PRINCESA

Nunca pensei que terminaria minha vida assim, com um “banana” como você!!

Princesa sai com um andar áspero, aos prantos até chegar ao seu quarto. Ainda aos lamentos, lembra de quando Mário, seu herói, a salvou das garras do terrível Koopa. Em sua lembrança, cenas do final do jogo.
Mário entra no quarto e vai até seu guarda roupa, pega uma caixa e tira um cogumelo. Mário profere algumas injúrias e desce pelo cano.

MÁRIO

Eu tô de saco cheio dessas suas reclamações! Eu vou pra rua!

Princesa sai do quarto em direção a porta e impede sua saída.

PRINCESA

Amor, pelo amor de Deus!! Vai em busca de seus direitos, vai se informar sobre sua aposentadoria...  A gente tá na miséria!

MÁRIO

Eu... eu... não quero saber disso... ainda posso trabalhar!

Mário sai rapidamente e pula no cano. (barulho do jogo, Mário descendo pelo cano).
Aparece a imagem do jogo na fase dentro do cano.

FIM DA PRIMEIRA CENA.

CENA 03 – Desespero da princesa.

Princesa ainda nervosa sai de casa e liga para Luigi.

PRINCESA.

Iggi! Preciso muito da sua ajuda.

LUIGI

Sim querida, você sabe que estou sempre aí pra você. Mas qual é o problema?

PRINCESA

É o Mário. Eu acho que ele já tem direito adquirido pra se aposentar mas ele não se anima pra fazê-lo!

LUIGI

Humm... Vou ver o que posso fazer querida...

PRINCESA

Ah, obrigado... você é um amor... bye bye!

CENA 04 – Informações de Luigi.


Mário está encostado na parede. Sozinho, ele decide usar um cogumelo para crescer. Neste instante, uma velhinha que passava pela rua tem sua carteira roubada.

VELHINHA

Ladrão!! Pega ladrão!!!

O gatuno segue e choca-se com Mário que, infelizmente tem seu tamanho reduzido.

MÁRIO

Filho da puta!!!

Nesse instante, Luigi surge por detrás do muro.

LUIGI

Ei Mário! Qual é brother!? O que te aflige?

MÁRIO (Voz de lamento)

Desde que derrotamos o Koopa, minha vida perdeu o sentido. O mundo real é um martírio... não consigo sustentar nem sequer minha casa!

LUIGI

Bom, seus problemas acabaram! Eu tenho toda a informação que você precisa pra dar entrada em seu pedido. Entretanto, vou lhe explicar como funciona a previdência. Ouça:
A Previdência Social funciona como uma empresa de seguros do governo, você paga um valor mensal para poder usufruir dos benefícios oferecidos. Mas na questão da aposentadoria, existem modalidades oferecidas pelo governo, tais como:
Aposentadoria por idade
Modalidade de aposentadoria destinada aos trabalhadores urbanos contribuintes da Previdência Social com 65 anos, no caso de homens, e 60 anos no caso de mulheres. Para trabalhadores rurais, os limites de idade diminuem 5 anos para ambos os sexos (homens, 60 anos, e mulheres, 55 anos).
Aposentadoria por invalidez
Benefício destinado a trabalhadores incapacitados de trabalhar por motivo de acidente ou por doença, como é o seu caso.
Aposentadoria por tempo de contribuição
Este benefício pode ser requerido por quem pode comprovar pelo menos 35 e 30 anos de contribuição, no caso de homens e mulheres respectivamente. Pode, também, ser requerido proporcionalmente: os homens poderão requerê-la aos 53 anos de idade e 30 de contribuição, enquanto as mulheres aos 48 anos de idade e 25 de contribuição. Os valores não são os mesmos para trabalhadores inscritos até 28 de novembro de 1999. Se for o seu caso, consulte o site da Previdência Social.
Aposentadoria especial
Benefício exclusivo aos profissionais que trabalharam em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física.

MÁRIO

Mas existe previdência social aqui em Tangamandápio?

LUIGI

É claro que não. Na verdade, você deve ir até a cidade do Contestado e para isso precisa de um taxista!

MÁRIO

Então vamos encontrar algum.

FIM DA CENA

CENA 05 – O TAXISTA.

Mário e Luigi chegam ao ponto de taxi.

TAXISTA

Ei Brothers, como vão os cogumelos?

Dá-se um aperto de mão com estilo.

LUIGI

Ei, seu puto, meu brós aqui, o Mário quer se aposentar.

TAXISTA

Mas que Mário??

LUIGI

Hahaha... aquele que te pegou atrás do armário.

Todos riem.

TAXISTA

Muito bem, se é aposentaria que desejam é o que terão! Só que vai custar 80 mangos.

MÁRIO

Meu Deus, tudo isso?

TAXISTA

Sim, claro... preciso pagar manutenção do carro e tal.

LUIGI

Chorão!

TAXISTA

É pegar ou largar...

MÁRIO

Tá, que seja então... vamos embora.


FIM DA CENA 05.


CENA 06 – CHEGADA A PREVIDENCIA.

Mário, Luigi e taxista chegam até o prédio da previdência. Descem do carro e Mário pergunta sobre como entrar, senha, etc.

MÁRIO

Ei! Como eu faço agora? É só chegar lá e ir direto às atendentes?

TAXISTA

Não. Você deve pegar uma senha e aguardar até ser chamado.

MÁRIO

Ok, vamos entrar!

Mário vai para a calçada e a câmera o filma no estilo “2 D”. Ele segue até a porta e pára. A porta se abre, Mário olha para cima e entra. (música tema do castelo).
Dentro do prédio Mário vai até a caixa “?” e pega uma senha. Depois de algum tempo, é finalmente atendido.

ATENDENTE

Posso ajudar?

MÁRIO

Não sei, talvez sim talvez não.

ATENDENTE

Certo, o que o senhor precisa mesmo?

MÁRIO

Preciso de muitos e muitos cogumelos! Por hora, entretanto, gostaria de solicitar minha aposentadoria.

ATENDENTE

O senhor é trabalhador autônomo?

MÁRIO

Antônimo? Não, não... Não trabalhei com esse aí, só com o Luigi!

ATENDENTE

Senhor, se não colaborar vou ser obrigada a chamar os seguranças!

Mário, descontrolado pega a lixeira, (nela tem um ponto de interrogação), tira uma flor de seu interior e coloca por entre a roupa. A câmera treme, corta a cena (Mário troca a roupa vermelha para branca) e começa a jogar bolinha de papel na atendente. Neste instante, vem um segurança e o rende. A Câmera treme novamente e corta a cena (Mário diminui de tamanho e troca a roupa branca para a vermelha).

ATENDENTE

Olha, meu caro, acalme-se. Eu preciso de seus documentos pessoais, tempo de contribuição etc. Por acaso o senhor trouxe os documentos?

MÁRIO

Sim, sim, está aqui.

Mário tira os documentos de dentro da caixa do “?” e entrega.

ATENDENTE

Certo, então vou lhe explicar como funciona: Bom, o senhor vai se aposentar por invalidez que é um benefício destinado a trabalhadores incapacitados de trabalhar por motivo de acidente ou por doença, como é o seu caso. Quebrou tantos tijolos com a cabeça que sofreu um colapso. Se der entrada em seu pedido agora, receberá em sua conta o benefício em 30 dias.

MÁRIO

Mas que beleza! Muito obrigado senhora atendente coadjuvante!

Mário pega suas coisas e sai. 30 dias depois.

CENA FINAL – GAME OVER.

Princesa e Mário comemoram na frente do castelo corre em direção a bandeira e pula. (cena do final da fase do jogo).
Créditos.