Leitura, comentário e outras misturas
terça-feira, 5 de julho de 2016
segunda-feira, 4 de julho de 2016
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Leitura, comentário e outras misturas: A desnecessidade da filosofia: um ensaio sobre iro...
Leitura, comentário e outras misturas: A desnecessidade da filosofia: um ensaio sobre iro...: Alguns paradigmas (des)necessários O que EU posso aprender na escola que EU não possa ensinar pra mim mesmo? Qual a utilidade de filosof...
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
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A desnecessidade da filosofia: um ensaio sobre ironia e maiêutica
Alguns paradigmas (des)necessários
O que EU posso aprender na escola que EU não possa ensinar pra mim mesmo? Qual a utilidade de filosofia em minha grade curricular? O que ela traz de bom pra minha vida? Quantas estrelas do futebol eu conheço? Quantos nomes de cantores de rock? Ou pop? Sertanejo universitário? Funkeiros? E quantos filósofos eu já vi? Conheci algum pessoalmente? É fácil de encontrá-los ou é tão raro quanto encontrar uma nota de 500 reais? Onde é que se escondem? O que será melhor: ser um artista bilionário ou um grande pensador introspectivo? Que é introspecção mesmo? Uma chatice, né? Coisa de “fruta”? De “retardado”, talvez?! Coisa de tímido “lesado” ou coisa do “além”? Coisa de burguês ou coisa de ninguém?
Pra quê a filosofia na matemática? Que relação há? Pra que a teoria sem prática? Afinal, na filosofia não tem nada de prática, né? Matematicamente, EU preciso compreender as fórmulas ou basta utilizá-las mecanicamente? Isso sim é praticidade, não acha? Onde está a utilidade da filosofia em gramática? Pra que perder tempo se é tudo tão complicado de se aprender? Por que devo me importar se tudo é uma cópia de uma cópia? Posso falar em filosofia do corpo? Filosofia da mente? Filosofia dos jogos? Filosofia dos doentes? Ãh?! Filosofia demente?
Que maldade é essa tal filosofia, não? Que vícios encobrem essa disciplina ingrata? Por que ela propaga aos quatro ventos palavras como “mudança” e “questionamento” da realidade? Mudar pra quê? A quem estamos enganando?
Devo aceitar algo que questione a escola, seu funcionamento e grade curricular? Devo aceitar uma disciplina que propague valores metafísicos como: ética, justiça e liberdade? Devo, sobretudo considerar os elementos da minha vida cotidiana como se fossem fenômenos constantes, à espera do desvelamento? É necessário procurar um filósofo por muito tempo? Quais as chances de EU ser um filósofo? Quais as chances de EU ser um sujeito pensante? Isso é motivo de vergonha? Quando estou apaixonado, triste, feliz, bravo, busco compreender esses sentimentos? E essa não é uma atitude introspectiva? Todos possuem essa estranha capacidade de expressar sentimentos ou é uma atitude reservada a poucos? A inteligência é para todos? E a sabedoria? Posso comprar esses itens raros? Quanto custam?
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